Ilustrações

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ARQUIVO DE ILUSTRAÇÕES

Tema: Sobrevivência

Jean Dominique Bauby ficou totalmente incapacitado, em virtude de uma doença que lhe deixa somente os movimentos da pálpebra do olho esquerdo. Ainda assim, este homem não desistiu de viver e até escreveu um livro “O escafandro e a borboleta”. Segue-se um excerto: “O sistema é muito rudimentar. Vão-se passando os dedos pelo alfabeto versão ESA… até que, com um piscar de olhos, faço parar o meu interlocutor sobre a letra que deve anotar. Recomeça-se a manobra para as letras seguintes e, se não houver erros, em breve se obtém uma palavra completa, e depois segmentos de frases mais ou menos inteligíveis. Isto é a teoria, o modo de emprego, a nota explicativa. E depois vem a realidade, o medo de uns e o bom senso de outros. Nem todos são iguais perante o código, como também denominam esta forma de tradução dos meus pensamento. (…) Os emotivos perdem-se mais facilmente. Com uma voz sem timbre recitam o alfabeto a toda a velocidade, anotam algumas letras como lhes apetece e, perante o resultado sem pés nem cabeça, exclama corajosamente: ‘Não tenho jeito para isto!’ No fim de contas, isso torna-se repousante, porque acabam por tomar toda a conversa a seu cargo, fazendo perguntas e dando respostas sem que seja preciso intervir. Receio mais os evasivos. Se lhes pergunto: ‘Como vais?’, respondem ‘Bem’ e passam logo a bola para o meu campo. Com eles, o alfabeto transforma-se em tiro de barragem e é preciso ter duas ou três perguntas engatilhadas para não me afogar. Quanto aos minuciosos, esses nunca se enganam. Anotam cada letra escrupulosamente e não procuram descobrir o mistério de uma frase antes que esteja terminada. Também não posso contar com eles para completarem a mínima palavra. Não querendo tomar responsabilidade, nunca acrescentam por si próprios o ‘melo’ ao ‘cogu’, o mico a ‘ató’ nem o ‘vel’ sem o qual não existe ‘interminá’ nem ‘insustentá’. Esta lentidão torna o processo bastante fastidioso, mas, pelo menos, evita os contra-sensos em que mergulham os impulsivos quando se esquecem de verificar as suas intuições. Todavia, compreendi a poesia destes jogos de espírito no dia em que, quando tentava pedir os meus óculos (lunettes), me perguntaram inspiradamente para que queria eu a Lua (lune)…”

Verdade Bíblica / Ensinos: Capacidade de luta; resistência; valor da vida (“imagem de Deus”); “não” à eutanásia; persistência; comparação com as nossas lutas e limitações do dia-a-dia.

Fonte: BAUBY, Jean Dominique – O Escafandro e a Borboleta. Edição “Livros do Brasil”, Lisboa, 1997.

Tema: Vontade de Deus

VCC – Conta-se que certo caipira estava no seu trabalho rotineiro, num canavial, quando, de repente, viu brilhar três letras no céu: VCC. Muito religioso, o caipira julgou que aquelas letras significavam: “Vai Cristo Chama”. Fiel à visão correu ao pastor de sua Igreja e contou-lhe o ocorrido, concluindo que gostaria de devotar o restante de sua vida à pregação do evangelho. O pastor, surpreso diante do relato, disse:

– Mas para pregar o evangelho, é preciso conhecer a Bíblia. Você conhece a Bíblia o bastante para sair pelo mundo pregando a sua mensagem?

– Claro que sim! – Disse o homem.

– E qual é a parte da Bíblia que você mais gosta e conhece?

– As parábolas de Jesus, principalmente a do bom samaritano.

– Então, conte-a! – Pede o pastor, querendo conhecer o grau de conhecimento bíblico do futuro pregador do evangelho. O caipira começa a falar:

– Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu entre os salteadores. E ele lhes disse: Varões irmãos, escutai-me: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. E entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade. E partindo dali foi conduzido pelo Espírito ao deserto, e tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, teve fome, e os corvos alimento lhe traziam, pois alimentava-se de gafanhoto e mel silvestre. E sucedeu que indo ele andando, eis que um carro de fogo o ocultou da vista de todos. A rainha de Sabá viu isso e disse: ‘Não me contaram nem a metade’. Depois disso, ele foi até a casa de Jezabel, a mãe dos filhos de Zebedeu, e disse: ‘Tiveste cinco maridos, e o homem que agora tens, não é teu marido’. E olhando ao longe, viu a Zaqueu pendura pelos cabelos numa árvore e disse: ‘Desce daí, pois hoje almoçarei na tua casa’. Veio Dalila e cortou-lhe os cabelos, e os restos que sobraram foram doze cestos cheios para alimentar a multidão. Portanto, não andeis inquietos dizendo: ‘Que comeremos?’, pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. E todos os que o ouviram se admiraram da sua doutrina.” O caipira, entusiasmado, olhou para o pastor e perguntou:

– E então, estou pronto para pregar o evangelho?

– Olha, meu filho – disse o pastor – eu acho que aquelas letras no céu não significavam: “Vai Cristo Chama”. Antes, deveriam ser lidas: “Vai Cortar Cana”.

Verdade Bíblica / Ensinos: MORAL DA ESTÓRIA: Um conhecimento superficial das Escrituras poderá causar danos irreversíveis ao ministério, caso o mestre não leve em contar os factores fundamentais para uma boa interpretação bíblica.

Fonte: Email de Pr. Paulo Pascoal, de Sábado, 30 de Setembro de 2000 22:53 (tinha-lhe sido enviada pelo Pastor Sócrates, secretário da CBFluminense)

Tema: Actualidade

Da ficção para o mundo real. Um robot que sorri para as pessoas ou um autómato que ladra, corre e persegue uma bola são algumas das modernices em exposição na primeira Conferência Internacional de Robots Humanóides – Humanoids 2000. No Massachussets Institute of Technology, a 6 e 7 deste mês, os especialistas de todo o mundo apresentaram as últimas versões destas máquinas que fizeram a sua primeira aparição no universo da ficção científica, há 60 anos. Beneficiando dos estudos do cérebro humano e da linguística, os robots humanóides são capazes de realizar tarefas que podem ser apreendidas através do diálogo com o instrutor humano, envolvendo fala, os gestos e as expressões faciais. Algumas máquinas estão já à venda, apesar do preço ainda não ser muito convidativo – o cão robot da Sony, por exemplo, custa 550 contos.

Verdade Bíblica / Ensinos: Desumanização da vivência humana; distanciamento do natural; necessidade de companhia por causa da solidão.

Fonte: Revista Visão, nº 392, Setembro de 2000, p.30

Tema: Sobrevivência

Lance Armstrong – Novo Desafio. “Se alguém tiver de passar pelo mesmo que eu passei, só tenho um conselho: agarrem essa segunda oportunidade na vida e não desistam nunca”. A frase foi pronunciada pelo ciclista norte-americano em 1999, após vencer pela primeira vez a volta à França em Bicicleta (repartiu o trinunfo este ano). Para trás ficava uma história espantosa, onde o milagre se confundiu com a coragem: em 1996 Lance Armstrong descobriu que tinha cancro testicular, que se disseminara pelo corpo. Cérebro incluído. Não desistiu: e após dois anos de tratamentos violentos, regressou À competição, onde é o melhor ciclista em actividade.

A 20 dias dos Jogos Olímpicos de Sidney, Armstrong foi atropelado por um carro, quando treinava.

Verdade Bíblica / Ensinos: Capacidade de luta e persistência, nas adversidades; vitória sobre doença.

Fonte: Revista Visão, nº 392, Setembro de 2000, p.104

Tema: Derrota

Hicham El Guerrouj – Papa milhas. Na final dos 1500 metros de Atlanta, depois de ter ganho 12 das 13 corridas em que participara, o marroquino El Guerrouj caiu à entrada para a última volta, quando era um dos favoritos à vitória. Há quatro anos que ele guarda, junto à cama, uma foto sua desse dia, chorando ao cruzar a meta, muito depois dos medalhados. E enquanto espera pela vingança, tem batido, de forma categórica, os recordes dos 1500 metros e da milha, mostrando-se praticamente imbatível. Em Sydney, os seus adversários só desejam uma coisa: que ele volte a cair.

Verdade Bíblica / Ensinos: Uma queda pode representar a derrota e á mais saliente do que uma série de vitórias.

Fonte: Revista Visão, nº 392, Setembro de 2000, p.104

Tema: Oração

Sondando o Poder da Oração. Quando Aretha Franklin trauteou as palavras “I’ll say a little prayer for you” (“Farei uma pequena oração por ti”) numa música dos anos 60, ela provavelmente não imaginou que o grito da alma se tornasse matéria de ciência séria. Mas de uma forma crescente, os cientistas estão a estudar o poder da oração, e em particular o seu papel na cura de pessoas doentes.

A maioria da investigação realizada nesta área, olhar para a forma como as pessoas doentes são afectadas pelas suas crenças e práticas espirituais Em geral, estes estudos têm sugerido que as pessoas religiosas parecem curar-se melhor ou suportar a doença de forma mais eficaz do que os não devotos.

Mas alguns cientistas avançaram ainda mais: Estão a  tentar descobrir se se consegue ajudar estranhos, orando por eles, sem que estes saibam.

Um recente e controverso estudo de doentes cardíacos, realizado no Hospital de St. Luke Hospital, em Kansas City, Missouri, conclui que este tipo de oração – conhecido como oração intercessória – pode de facto fazer diferença. “A oração pode ser um elemento adicional efectivo para o cuidado médico normal,” diz o investigador cardíaco William Harris, Ph.D., que liderou o estudo no Hospital de St. Luke. O estudo foi publicado em 25 de Outubro de 1999, numa edição de Archives of Internal Medicine.

Harris e a sua equipa examinaram os resultados de saúde de cerca de 1.000 doentes recentemente admitidos no Hospital de St. Luke. Os pacientes, que tinham todos graves problemas cardíacos, forma colocados aleatoriamente em dois grupos. Metade recebeu uma oração diária durante quatro semanas, de cinco voluntários que criam em Deus e no poder curador da oração. A outra metade não recebeu oração em conjugação com o estudo.

Os voluntários eram todos cristão. Não foi dito aos participantes que estavam a ser alvo de um estudo. As pessoas que oravam receberam somente os primeiros nomes dos seus pacientes e nunca visitaram o Hospital. Instruíram-nos para orar diariamente pelos pacientes “por uma recuperação rápida, sem complicações”.

Medindo Maravilhas. Usando uma longa lista de eventos que poderiam acontecer a um doente cardíaco – tais como dores no peito, pneumonia, infecção, e morte – Harris concluiu que o grupo que recebeu oração superou 11% melhor do que o que não recebeu, um número considerado estatisticamente significativo

Harris originalmente iniciou este estudo para ver se conseguia reproduzir um estudo semelhante em 1988, de oração intercessória, conduzido no Hospital Geral de San Francisco. Aquele estudo – um dos únicos estudos deste género a ser publicado – também concluiu que a oração beneficia os pacientes, mas segundo uma medida diferente: os doentes puderam regressar a casa mais cedo. No estudo de Harris, o tempo de estadia no hospital e na unidade cardíaca não foi diferente entre os dois grupos.

Ainda assim, Harris diz que o seu estudo salienta a evidência de que a oração resulta. “Para mim, praticamente que argumenta para uma outra inteligência, ter de redireccionar esta informação tão vaga.”

No mínimo, ele diz, os seus resultados validam a necessidade para mais investigação. “Fortalece o campo. Quantos mais estudos realizados em lugares diferentes e independentes, tanto mais perto estaremos da verdade”, afirma.

Verdade Bíblica / Ensinos: Demonstração do poder da oração

Fonte: Catherine Rauch; Notícias Médicas WebMD (“WebMD Medical News”) – MSN Health, 31 Agosto 2000

Tema: Actualidade

Clonagem. A obscura seita Secondg Coming, sediada em Berkley na Califórnia, propôs-se clonar nada mais nada menos do que Jesus Cristo. A aposta é utilizar o DNA presente nas manchas de sangue do Santo Sudário, e usar a mesma técnica que serviu para duplicar a ovelha Dolly. Estão inclusivamente a pedir donativos a todas as pessoas para poderem custear esta operação. Apesar da dificuldade esperada em que a igreja Católica ceda o dito material genético, a seita já indicou a data de 25 de Dezembro de 2001 para o segundo nascimento do “Messias” e já possui a virgem destinada a servir de “incubadora”.

Verdade Bíblica / Ensinos: Ilustra a tentativa do homem se colocar no lugar de Deus. Ou  Pode-se usar para estimular cada crente a ser um “Clone de Jesus”.

Fonte: Extracto de um  Jornal que fazia referência à página da Internet www.clonejesus.com

Tema: Educação

“A nossa ideia base , de partida, é educar os filhos sem lhes bater. Este, de facto, é o projecto. Claro que quem os rodeia (pais, tios, etc.) apresentou objecções: – Isso é impossível, não vão conseguir – dizem uns. Outros – procurando mostrar contenção – dizem: – Uma tareia ou outra faz falta, em determinadas alturas. (Recomendações pedagógicas que muitas vezes temos escutado). Um outra tia, do lado da minha mulher, costuma dizer sobre a educação que deu aos dois filhos: – Eu dei-lhes muitas tareias, tabefes e estaladas (era quase todos os dias) e só me arrependo das que passaram ao lado. (…) As únicas vezes em que realmente sinto essa vontade são quando a Ana se aproxima de uma escada com três degraus, que já explicámos várias vezes (e ela já percebeu, temos certeza disso) que é perigosa. (…) Como pai, pela primeira vez em contacto com as coisas da vida dos filhos, cheguei, pois, à seguinte conclusão: se alguma vez lhes der palmadas será, não por asneiras no geral, mas provocado por situações em que eles próprios ponham em risco a sua segurança física.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Disciplina divina Ou Elemento físico na disciplina e educação de filhos

Fonte: Revista “Pais e Filhos”, nº 118, Novembro 2000, p.33. Gonçalo Albuquerque Tavares

Tema: Igreja

Como funciona a febre? “O nosso ‘termostato’ interior não reage apenas à atmosfera exterior. Perante uma ‘invasão’ (de um vírus, de uma bactéria ou de um parasita), ele tenta defender o organismo aumentando a sua temperatura, com o simples objectivo de ‘queimar’ o intruso. Os glóbulos brancos libertam então as chamadas proteínas pirogénicas (proteínas produtoras de calor) e, ao mesmo tempo, desencadeiam a produção de prostaglandinas E2, moléculas que avisam o cérebro que estamos em temperatura de crise e que seria útil pôr em prática um ‘plano suor’. Este plano ao só poderá evitar que a febre atinja picos muito altos, como irá permitir que o nosso corpo lute contra a infecção através do calor.

Verdade Bíblica / Ensinos: Mecanismos genéricos de auto-protecção da igreja. Aumento da temperatura (amor e comunhão) para eliminar intrusos.

Fonte: Revista “Pais e Filhos”, nº 118, Novembro 2000, p.57. Marta Simões

Tema: Identificação

A tatuagem no mundo. “A tatuagem é um adorno corporal que consiste na incisão da pela por substâncias corantes, que deixam nela marcas ou desenhos permanentes. Efectua-se com uma agulha, pente ou estilete untados com pigmentos que penetram na pele através de pequenas incisões. Outro processo faz passar sobre a pele uma agulha enfiada com um fio untado com corante. Conhecida desde épocas remotas, a tatuagem é prática frequente entre um grande número de povos de pele branca ou amarela, nomeadamente do Norte de África, Ásia (birmaneses, japoneses, siberianos, entre outros), Oceânia (Nova Guiné, ilhas Marquesas, Maoris, etc.) e América (esquimós e alguns povos ameríndios). Os povos de pele escura utilizam a designada tatuagem ‘por escara’, que consiste em provocar cicatrizes em relevo, como é típico, por exemplo, nos Macondes do Norte de Moçambique.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Símbolos de identificação; trazer as “marcas de Cristo”.

Fonte: Revista “Pais e Filhos”, nº 118, Novembro 2000, p.120. Teresa Portela Verde

Tema: Actualidade

Síndroma do investidor deprimido. “Ao longo dos últimos meses, não se tem falado de outra coisa no mundo das finanças: o boom do mercado da Internet está a diminuir e mostra uma preocupante volatilidade que já deixou os bolsos de mais de um investidor em estado precário. Muitas são as explicações oferecidas para tal fenómeno, as quais passam por acusar  globalização ou por denunciar a falta de adaptação do dinheiro às novas tecnologias. Mas nenhuma delas é tão ousada como a de Randolph Nesse, psiquiatra da Universidade de Michigan (Estados Unidos). Segundo a sua tese, o novo mercado comporta-se de maneira diversa de tudo o que se conhecia porque os cérebros dos investidores são diferentes. Nesse adverte que as receitas de fármacos psicoactivos, como o Prozac, duplicaram no mundo desde 1988 até 1998. Não só há milhões de cidadãos tratados com estes produtos, como outra legião semelhante procura encontrar benefícios antidepressivos em plantas ou substâncias naturais. Os segmentos de população urbana e economicamente mais desafogada são os que mais sofrem o flagelo das doenças do desânimo. E é entre estes cidadãos que se encontram os operadores da Bolsa, os grandes investidores, os assessores e os correctores. Nesse calcula que um em cada quatro grandes investidores na Bolsa aplica o seu dinheiro sob os efeitos de um ansiolítico. Embora seja certo que estes medicamentos não produzem euforia em quem os consome, também é verdade que em muitos casos (como, por exemplo, o dos compostos de seratonina) bloqueiam a experiência de certas emoções, como o medo ou a tristeza. Jogar na Bolsa sem o ‘apoio’ de sofrer, alguma vez, um ataque de pânico pode produzir um efeito na orientação dos investimentos que se repercute nas tendências de milhões de cidadãos pouco alertados. Os mercados sempre se regeram por ciclos de auge e de queda, mas se a cautela dos investidores se vê inibida pelo uso de medicamentos, os períodos de euforia podem ser fictícios. Por isso, Nesse acredita que a grande história que ainda está por contar é a do efeito da utilização de psicoactivos sobre a economia global.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Volatilidade do mundo (economia); dependência generalizada de substâncias anti-depressivas, vulnerabilidade do mundo perante a “ditadura económica” de meia dúzia de pessoas.

Fonte: Revista “Super Interessante”, nº 32, Dezembro de 2000, p.78.

Tema: Dinheiro

O dinheiro não traz a felicidade. “Professor de psicologia da universidade norte-americana de Hope e autor do livro ‘O Paradoxo Americano – Fome Espiritual numa Época de Saciedade’, David Meyers baseou grande parte da sua investigação recente nas ligações entre o dinheiro e a satisfação pessoal. Muitos dos seus estudos clássicos demonstram que o clássico aforismo ‘o dinheiro não traz a felicidade’ é muito acertado. Para chegar a tal conclusão, Meyers mergulhou numa infinidade de estudos sociológicos, inquéritos e testemunhos pessoais. ‘Nas sociedades em que a maioria da população se pode permitir a cobertura das necessidades básicas’, afirma o psicólogo, ‘o aumento dos rendimentos familiares não traz um suplemento considerável de bem-estar emocional”. Depois de termos assegurado o nosso bem-estar, ser mais ou menos rico não é assim tão importante. Os dados obtidos por David Meyers referem-se apenas aos Estados Unidos, mas são significativos. No ano de 2000, os norte-americanos têm, em média, um rendimento por família duas vezes maior do que em 1957 (ano do estudo económico mais famoso de John Galbraith), possuem o dobro dos carros, de casas e de bens de luxo. Todavia, o número de cidadãos que se declararam sentir ‘muito felizes’ viu-se reduzido em cerca de 35 por cento desde 1957 até aos nossos dias. O que pode provar o velho ditado, ou indicar que há outros factores a ter em conta.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Insatisfação nas coisas materiais; busca da felicidade

Fonte: Revista “Super Interessante”, nº 32, Dezembro de 2000, p.80.

Tema: Actualidade

Alucinogénios na moda. “Há alguns anos, John Horgan, escritor de obras sobre temas científicos, alcançou fama internacional com o seu livro ‘O Fim da Ciência’. Agora, volta à ribalta com uma interessante investigação. Horgan está a estudar o silencioso aumento do uso de drogas psicadélicas, tanto para fins de projecção espiritual como para a investigação científica. Muitas organizações académicas, científicas e não-lucrativas começam a trabalhar na reabilitação da imagem social das drogas psicotrópicas como instrumento terapêutico, como via para o estudo da mente humana. Existem, por exemplo, químicos que pretendem fabricar alucinogénios completamente seguros para a saúde, psiquiatras que tratam o alcoolismo com opiáceos e antropólogos que analisam as drogas naturais utilizadas por tribos do Amazonas, a fim de estudar a sua possível aplicação nas sociedades ocidentais. Horgan mostra-se preocupado pelo que poderia ser uma moda de repercussões transcendentais para a sociedade. E resta saber quais são, por exemplo, os efeitos de tratar uma dependência criando outra.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Artificialidade e crescente dependência de substâncias “alienadoras”…

Fonte: Revista “Super Interessante”, nº 32, Dezembro de 2000, p.82.

Tema: Vontade de Deus

Conta-se que um rei foi certa manhã ao seu jardim e encontrou as plantas murchando e morrendo. Perguntou ao carvalho, que ficava junto ao portão, o que significava aquilo. Descobriu que a árvore estava cansada de viver, porque não era alta e elegante como o pinheiro. O pinheiro, por sua vez, estava desconsolado porque não podia produzir uvas, como a videira. A videira ia desistir da vida porque não podia ficar erecta e nem produzir frutos delicados como o pessegueiro. O gerânio estava agastado porque não era alto e fragrante como o lírio. E o mesmo acontecia em todo o jardim.

Chegando-se ao amor-perfeito, encontrou sua corola brilhante e erguida alegremente, como sempre.

“Muito bem, meu amor-perfeito, alegro-me de encontrar, no meio de tanto desânimo, uma florinha corajosa. Você não parece nem um pouco desanimada.”

“Não, não estou. Eu não sou de muita importância, mas achei que, se no meu lugar o senhor quisesse um carvalho, um pinheiro, um pessegueiro, ou um lírio, teria plantado um deles; mas sabendo que o senhor queria um amor-perfeito, estou resolvido a ser o melhor amor-perfeito que posso.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Os que se deram a Deus sem reserva, estão contentes em qualquer situação.  “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação”. Fp 4:11

Fonte: Email de Manuel Neto, 30 de Novembro de 2000

Tema: Bíblia

Senhora Idosa Descobre o Dom Precioso de Deus numa Feira em Damasco

Damasco, Síria; Outubro de 2000 – Quando a senhora idosa, que coxeava muito, chegou ao stand da Sociedade Bíblica da Feira do Livro de Damasco, os funcionários já estavam a encerrá-lo. Tendo passado bastante tempo a procurar uma Sociedade Bíblica entre as 374 publicadoras, sentia-se exausta mas determinada a ver um exemplar do livro de que tanto tinha ouvido falar – a Bíblia.

“Rodeada de Escrituras, pela primeira vez, o seu cansaço pareceu desvanecer-se” relatou o funcionário que a recebeu no stand. ” A sua face resplandecia e com a voz trémula, disse-nos que queria ver a Bíblia. “Emocionados com a alegria que ela sentiu ao ver a Palavra de Deus, os funcionários ofereceram-lhe uma Bíblia. A mulher foi embora encantada, parando aqui e ali para mostrar às pessoas a sua prenda tão preciosa. Esta mulher foi uma dos muitos milhares de pessoas que visitar o stand da Sociedade Bíblica na Feira do Livro de Damasco, que decorreu de 11-21 de Outubro. Para além de vender mais de 1000 Escrituras a pessoas de todas as nacionalidades, incluindo norte africanos e iranianos, a equipa da Sociedade Bíblica respondeu também a muitas perguntas acerca da mensagem do Evangelho. Um homem sírio disse que, embora tivesse lido a Bíblia de capa a capa 3 vezes, não conseguia compreender por que é que Jesus “uma pessoa tão maravilhosa”, teve de morrer na cruz. Explicaram-lhe que Jesus morreu porque falou a verdade e que os cristãos, mensageiros de Jesus, devem ser mensageiros da verdade através da Palavra de Deus. Inspirado por esta resposta, o homem comprou uma Bíblia para crianças para partilhar a verdade com os seus próprios filhos e para si próprio, uma Aplicação para a Vida, em arábico.

A Feira do livro de Damasco é o ponto alto na vida da Sociedade Bíblica que há já 15 anos toma parte neste acontecimento anual. Muitos cristãos visitam o stand para se abastecerem, mas 95% das vendas são feitas por pessoas que nunca antes tiveram contacto com a Bíblia.

Verdade Bíblica / Ensinos: Valor e poder da Palavra de Deus. Seu efeito transformador

Fonte: Email de Timóteo Cavaco (Sociedade Bíblica Portuguesa), 23 de Novembro de 2000

Tema: Deus

Deus Existe ?

Era uma vez um homem que foi ao barbeiro. Enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

– Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

– Por que?

– Ora, se Deus existisse não haveria tantos doentes, mendigos, pobres, etc… Olhe em volta e veja quanta tristeza. E só andar pelas ruas e ver!

– Bem, esta e a sua maneira de pensar, não é?

– Sim, Claro!

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço.

Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

– Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros !

– Como?

– Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas !

– Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim !

– Que bom. Agora, você entende…

Verdade Bíblica / Ensinos: Ilustrar a existência de Deus

Fonte: Email de Pr. Paulo Pascoal, 5 de Agosto de 2000

Tema: Providência

Naufrágio. Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido agarrar-se a parte dos destroços para poder ficar a boiar. Este único sobrevivente foi parar a uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente. Com muita dificuldade e com os restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse proteger-se do sol, da chuva, de animais e para guardar os seus poucos pertences, e, como sempre, agradeceu a Deus. Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.

No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumo. Terrivelmente desesperado ele revoltou-se e gritava chorando: “O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isto comigo?” Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.

No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

-“Viemos resgata-lo”, disseram.

-“Como souberam que eu estava aqui?”, perguntou ele.

-“Nós vimos o seu sinal de fumo!”

Verdade Bíblica / Ensinos: Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. “Se algum dia, o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumo que fará chegar até si a Graça Divina.

Fonte: Email do Pr. Paulo Pascoal, 3 de Julho de 2000

Tema: Vontade de Deus

Havia uma tecelagem onde se fabricavam tecidos muito finos. Quando em dado momento os fios se embaraçavam, o operador devia tocar uma campainha, para ser atendido por um funcionário especializado, que punha as coisas em ordem novamente.

Certa ocasião, entretanto, depois de um rapazinho ter pedido o auxílio do funcionário especializado e recebido assistência, um operário antigo na fábrica achou que ele próprio já sabia o suficiente, e podia passar sem o auxílio especializado. Então, quando novamente os fios se embaraçaram, ele mesmo tentou arrumar. Seus fios, porém, ficaram terrivelmente emaranhados e o estrago foi muito grande.

Quando, enfim, ele chamou o especialista, disse-lhe: “Mas eu fiz o meu melhor!”. O especialista replicou: “O seu melhor é chamar por mim.” Quantas vezes nós tentamos solucionar os problemas da vida por nós mesmos. Nós achamos que “nós sabemos”. Quanto mais rapidamente eles seriam resolvidos se os levássemos ao Divino Especialista.

‘Fazer o nosso melhor’ é chamar pelo Mestre. Essa é a mensagem que Deus tem para você. Se você se encontra num beco sem saída, e não sabe o que fazer para resolver seu problema, você não acha que a ocasião é certa para buscar ajuda de um Deus que tudo pode?

Ele não que vê-lo debatendo-se em tensão, angústia, preocupação e desespero. Ele quer vê-lo calmo, tranquilo, desfrutando da vida que Ele lhe deu, descansando n’Ele, confiante de que Ele pode resolver seu problema, pois para Ele não há impossibilidades. Disse também que a impossibilidade do homem é a oportunidade de Deus. Então por que lutar sozinho?

Experimente buscar a Deus e tenha a certeza. Ele virá em seu socorro: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia n’Ele e Ele tudo fará” (Bíblia, livro de Salmos, capítulo 37, verso 4) Permita que Deus faça por você o que você mesmo não pode fazer, porque Ele nunca desampara os que n’Ele confiam. Isso é o melhor que você pode fazer.

Verdade Bíblica / Ensinos: Confiar na vontade de Deus e nos seus propósitos; saber entregar-lhe a resolução dos nossos problemas

Fonte: Email de Ricardo Baptista, 11 de Dezembro de 2000

Tema: Evangelismo

JESUS CONTA CONNOSCO ! Esta lenda relata-nos a volta de Jesus Cristo à glória, após o Seu tempo na Terra. Mesmo no céu, Ele trazia as marcas da Sua peregrinação na terra com Sua rude cruz e morte vergonhosa. O Anjo Gabriel aproximou-se d’Ele e disse : ” Mestre, Tu deves ter sofrido terrivelmente pelos homens lá em baixo.”

” Sim, de facto.” Ele respondeu.

” E eles sabem tudo a respeito de como Tu os amaste e o que fizeste por eles ? ”

” Ó, não,” disse Jesus, ” ainda não. Neste momento apenas um punhado de gente na Palestina sabe.”

Gabriel estava perplexo. ” Então o que fizeste para que todos saibam do Teu amor por eles ? ”

Jesus disse : ” Pedi a Pedro, Tiago, João e a mais alguns amigos para contarem às outras pessoas acerca de Mim. Aqueles a quem a Minha história for contada, por sua vez dirão a outras pessoas, e a Minha história será espalhada aos cantos mais remotos do globo. Finalmente, toda a humanidade saberá da Minha vida e do que Eu fiz.”

Gabriel franziu a testa e pareceu um tanto céptico. Ele sabia bem de que material pobre os homens eram feitos. ” Sim, ” ele disse, ” mas e se Pedro e Tiago e João se cansarem? E se as pessoas que vierem depois deles se esquecerem? E se lá no século XX as pessoas simplesmente não contarem às outras acerca de Ti ? Tu não tens nenhum outro plano ?”

E Jesus respondeu : ” Não, estou a contar com eles ! ”

Verdade Bíblica / Ensinos: Urgência, importância e responsabilidade da evangelização

Fonte: Email de Pr. Paulo Pascoal, 20 de Novembro de 2000

Tema: Oração

“Enquanto eu servia num pequeno hospital, em África, a cada duas semanas eu ia, de bicicleta, por entre a selva, até uma cidade próxima, para comprar provisões. Esta era uma jornada de dois dias e era necessário acampar à noite, a meio do caminho. Numa dessas jornadas, cheguei à cidade, onde planeava levantar dinheiro no banco, comprar medicamentos e provisões, e depois iniciar os meus dois dias de jornada de regresso ao hospital.

Quando cheguei à cidade, observei dois homens a brigar e um deles havia sido seriamente ferido. Tratei dos seus ferimentos e ao mesmo tempo falei-lhe do Senhor Jesus Cristo. Viajei por dois dias, acampando à noite, e cheguei a casa sem nenhum incidente. Duas semanas depois, repeti a minha jornada.

Quando cheguei à cidade, fui abordado por aquele homem jovem , cujas feridas eu havia tratado. Ele disse-me que sabia que eu levava dinheiro e provisões. Prosseguiu dizendo-me: “Eu e mais alguns amigos, seguimos-te até a selva, sabendo que tu ias acampar à noite. Nós planeámos matar-te, tomar o teu dinheiro e medicamentos. Todavia, justamente quando íamos atacar o teu acampamento, vimos que estavas protegido por 26 guardas armados”.

Então comecei a rir e disse-lhe que com certeza eu estava sozinho no acampamento, no meio da selva. O homem apontou o dedo na minha direcção e disse-me: “Não, senhor, não estavas só, pois vi os guardas. Os meus cinco amigos também os viram e nós os contamos. Por conta desses guardas, nos assustamos e te deixámos tranquilo”. Quando da sua volta o missionário contou isso no sermão, um dos homens da igreja se pôs em pé, interrompeu a mensagem e lhe perguntou se ele poderia dizer exactamente em que dia isso se sucedeu . O missionário contou à congregação o dia e então o homem que lhe interrompeu contou esta história: “Na noite do teu incidente em África aqui era manhã e eu estava a preparar-me para ir jogar golfe. Estava pronto para sair de casa quando senti a urgência de orar por ti. De facto, a urgência do Senhor era tão forte que chamei vários homens da igreja para nos encontrar-mos aqui, no santuário, para orar por ti. Será que os homens que se reuniram comigo aqui naquele dia, podem ficar de pé?”

Então todos os homens que se reuniram naquele dia se puseram de pé. O missionário ficou surpreso quando aquele homem começou a contá-los. Eram 26.

Verdade Bíblica / Ensinos: Poder de Deus; protecção divina; poder da oração.

Fonte: Email do Pr. Paulo Pascoal, 14 de Novembro de 2000

Tema: Religiões

Papa fechará a Porta Santa neste sábado –  15h29 – 05/01/2001. Da AJB  –  No Rio de Janeiro dezenas de milhares de fiéis esperaram horas na Praça de São Pedro para aproveitar a última oportunidade em 25 anos de passar pela Porta Santa da Basílica de São Pedro. Neste sábado, o papa João Paulo 2º realizará a cerimônia em que a Porta Santa será fechada por outros 25 anos. Nesta sexta-feira, o tempo bom ajudou os turistas que esperavam até quatro horas para cruzar a Porta Santa no final o Ano Santo declarado pelo Vaticano para marcar a chegada do terceiro milênio. Durante a noite, milhares de pessoas enfrentaram uma chuva forte e pesada. Ao meio-dia, o papa apareceu na janela de seus aposentos que dá para a praça a fim de rezar e desejar felicidades aos fiéis. Funcionários do Vaticano anunciaram que a Porta Santa ficaria aberta depois das 18 horas para permitir que todas as pessoas na fila possam passar por ela, ao ritmo de cem pessoas por minuto. Os papas geralmente declaram um Ano Santo a cada 25 anos para dar aos católicos uma oportunidade de renovar sua fé. Ao passar pela Porta Santa, rezando, os peregrinos recebem uma indulgência ou o perdão de seus pecados, devendo ainda confessar-se e comungar.

Verdade Bíblica / Ensinos: Perdão, bênção e graça divinas – sempre disponíveis. Poder da  superstição.

Fonte: Email de Tele-Fé, 08 de Janeiro de 2001

Tema: Religiões

VASSOURA CONSAGRADA – Durante a campanha os fiéis adquirem por bom preço uma vassoura que, depois de ungida, servirá para varrer toda contaminação da casa. Os comerciantes das localidades onde a campanha da vassoura é lançada lucram muito. Ora, a Bíblia diz claramente que o diabo foge de nós se estivermos sujeitos a Deus (Tiago 4.7). Se não abrirem os olhos espirituais esses fiéis irão pro inferno com vassoura e tudo. SABONETE DO DESCARREGO – Tomando-se sete banhos com determinado sabonete, adquirido por bom preço, todos os males fogem. Além de Tiago 4.7, temos João 8.32, 36: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará; porque se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. O sabonete só limpará a sujeira do corpo. A sujeira da alma só sairá se deixar o pecado. ÓLEO DE ISRAEL – O ensino de que o óleo de Israel ou de Jericó é ungido não encontra amparo na Palavra de Deus. Esse óleo, vendido a bom preço nas campanhas, não é em nada superior a qualquer óleo comprado em qualquer mercearia. O óleo não cura; é apenas um complemento. Veja: “Está alguém entre vós doente? Chame os prebísteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo com óleo em nome do Senhor” (Tiago 5.14). As dificuldades e os custos de frete para trazer um tonel de óleo de tão longe colocam dúvida sobre sua real origem. GOTAS DO SANGUE DE JESUS – Esta é uma das maiores blasfêmias: a venda de doze gotinhas “vermelhinhas e milagrosas”, em cartelas. É o máximo de heresia e falta de temor a Deus. O nome e o sangue de Jesus não devem ser vulgarizados. Ademais, trata-se de uma mentira, e mentira é do diabo, o pai da mentira. PEDRA DE ISRAEL – Leilão de pedra de Israel. Um absurdo. Muitos crentes pensam que tudo que vem de Israel é santo e purificador. O que nos purifica e santifica é Jesus em nós; é a justificação que recebemos no momento em que O aceitamos como Senhor e Salvador pessoal. Se forem muitas pedras, só servirão para algum serviço de construção, e nada mais. QUEIMAR PECADOS E PROBLEMAS – Consiste em cada um escrever seus problemas num papel para serem queimados no púlpito. Com isso, entendem que estão livres de suas aflições, dificuldades e pecados. Mentira do diabo. É preciso arrepender-se, confessar os pecados, e deixá-los (Provérbios 28.13; Atos 2.38; Romanos 10.9), O MANTO DE JESUS – O manto foi ungido, então todos deverão tocar no manto de Jesus – antes dando sua oferta -, assim como fez a mulher com fluxo de sangue. Mentira do diabo. O manto não é de Jesus, e a graça não virá pelo simples toque num pedaço de tecido comprado na loja da esquina. A graça vem pela comunhão com Deus, pela fé na redenção que há em Jesus Cristo, que morreu para que tivéssemos vida abundante (João 3.16; 10.10). SAL GROSSO – Sal grosso afasta demônios. Então compre sal grosso. Mentira do diabo. O que expulsa demônios é o poderoso nome de Jesus (Marcos16.17) e uma vida de sujeição a Deus (Tiago 4.7). O que se depreende desses atos indecorosos, é que os fiéis dessas seitas são consumidores cativos em potencial que consomem qualquer coisa, até capim queimado: “Mas os homens maus irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2 Timóteo 3.13). O sal grosso não serve nem como condimento na culinária doméstica.

CAJADO DE MOISÉS – A bênção estaria num pedaço de madeira, chamado “cajado de Moisés”. Mentira do diabo. O pedaço de madeira foi adquirido no carpinteiro da esquina, não é e não representa o cajado de Moisés. E ainda que fosse, tal objeto nenhuma bênção poderia trazer ao povo de Deus. O crente já é abençoado porque nele mora o Espírito Santo. Coisas não produzem favores divinos. . Já somos herdeiros das bênçãos celestiais: “Se somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo” (Romanos 8.17). A Bíblia dá a receita para ficarmos livres das investidas do diabo e de seus demônios: “Sujeitai-vos, pois, a Deus. Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Lavai as mãos, pecadores, e vós de duplo ânimo, purificai os corações” (Tiago 4.7-8). Para uma pessoa livrar-se do mal basta aproximar-se de Deus com fé e obediência, arrepender-se e afastar-se do pecado. Veja: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7.14). Não é preciso enxotar o diabo. Ele fugirá diante de um crente fiel. Dispensáveis, pois, vassoura santa, sabonete ungido, sal grosso, óleo de Jericó e tantas outras inutilidades. ROSA DE SAROM – Rosa ungida, adquirida em campanha por bom preço, destinada a ungir a casa e afastar os males. Nada a ver com o evangelho do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nada a ver com a igreja primitiva dos apóstolos. Essas rosas tiradas do jardim mais próximo ou compradas no floricultor nada têm a ver com a declaração da donzela sulamita, em Cantares 2.1: “Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales”. O nome é sugestivo e a rosa é bela… mas para nada serve. É meio de ganhar dinheiro fácil. PALMILHA SANTA – Se o irmão calçar a palmilha, comprada em campanha por bom preço, conseguirá tudo o que desejar; se entrar num carro novo, numa concessionária, certamente irá ganhar o carro. Heresia e mentira do diabo. Vê-se em toda essa loucura inteligente uma forma criativa de aumentar a renda. Nenhuma dessas invenções resiste a um confronto com a Palavra de Deus. A Bíblia diz: “Confia no Senhor e faze o bem; habita na terra, e vive tranqüilo” ; “deleita-te no Senhor e ele te concederá os desejos do teu coração”; “entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e ele tudo fará” (Salmos 37.3-5).  ROSÁRIO – O rosário de tal marca é ricamente ungido e beneficia quem o usa. Heresia pura. Rosário de fábrica nenhuma serve pra coisa alguma. Jesus ensinou de forma clara como devemos orar: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos” (Mateus 6.6-7). Nenhum objeto pode ser veículo da graça de Deus. Jesus ensinou a orar ao Pai, e a adorá-lO em espírito e em verdade (João 4.23) Ouçam: “não useis de vãs repetições”, são palavras de Jesus.

Verdade Bíblica / Ensinos: Mercantilismo religioso. Superstição. (Cada um destes exemplos pode ser usado como uma ilustração separadamente).

Fonte: E-mail de Ricardo Batista, 12 de Janeiro de 2001

Tema: Auto-exame

OS LENÇÓIS – Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou numa vizinha que pendurava os lençóis no varal e comentou com o marido:  Que lençóis sujos ela está a pendurar no varal! Está a precisar de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! O marido observou calado. Três dias depois, também durante o pequeno-almoço a vizinha pendurava os lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:   A nossa vizinha continua a pendurar os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! E assim, a cada três dias, a mulher repetia o seu discurso, enquanto a vizinha pendurava as suas roupas no varal. Passado um mês a mulher foi surpreendida ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:   Vês, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha lhe deu sabão ? é que eu não fiz nada. O marido calmamente respondeu:  Não, hoje eu levantei-me mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!

Verdade Bíblica / Ensinos: Julgar outros. Auto-exame. Efeitos do pecado nas nossas vidas

Fonte: E-mail do Pr. Paulo Pascoal, 20 de Fevereiro de 2001

Tema: Oração

Deus ainda fala com as pessoas?—- Um jovem foi para o estudo bíblico numa Quarta-feira. O missionário falou sobre: “Ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor”. O jovem queria saber se “Deus ainda fala com as pessoas”. Após o estudo ele saiu para um café com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes. Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa. Sentado no seu carro ele começou a pedir: “Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedece-lo”. Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um litro de leite”. Ele balançou a cabeça e falou alto: “Deus é o Senhor?” Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente surgiu o pensamento “compre um litro de leite”. O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli. “Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite”. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido “Vire naquela rua”. Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria Ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu farei”. Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, excepto uma do outro lado que estava acesa. Novamente, ele sentiu algo, “Vá e de o leite para as pessoas que estao naquela casa do outro lado da rua”. O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?”. Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta, “Muito Bem, Deus, se e o Senhor, eu irei e entregarei o leite aquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”. Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pode ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: “Quem esta ai? O que você quer?”. porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido na sua soleira. “O que e ? ” O jovem entregou-lhe o litro de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando nos braços uma criança que Lagrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: “Nos oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebe. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”. Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco… Você é um anjo? O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lagrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos. Obs.: Este é um fato real.

Verdade Bíblica / Ensinos: Deus fala connosco e dirige-nos. A oração é eficaz. Os caminhos de Deus são muito diferentes dos nossos.

Fonte: E-mail do Pr. Paulo Pascoal, 01 de Março de 2001

Tema: Salvação

Nicko McBrain (baterista dos Iron Maiden). Nicko continued to attend Spanish River during breaks in his tour schedule. One morning he was lying in bed physically depleted from a rigorous tour. Rebecca woke him up and asked him if he was going to go to church with her. “I just lay in bed, completely exhausted, and said, ‘No, go on without me,’” he recalls. Rebecca then retorted, “If you don’t want to go for yourself, then at least go for your son.” That was it. Nicko couldn’t go back to sleep and prepared himself for church, and — unknown to him — an appointment with God.

“I can’t remember what it was,” he says, “but right in the middle of one of the songs, I starting crying my eyes out. I just stood there saying, ‘What’s the matter with me?’” Pastor David Nicholas asked everyone in the congregation to stand for the closing prayer, and Nicko couldn’t maintain his balance. “I just sat there thinking, ‘I didn’t drink last night … why can’t I stand?’” Nicko believes the hand of the Holy Spirit was on him in a mighty way. “If you’d like to know Christ in a personal way,” Pastor Nicholas said, “then you need to open your heart and ask Him to come in, right where you are.” Nicko started crying again. All the years of running away and of living life on his own terms came to a collision point as Nicko came face to face with the One he was created to know. He quietly asked Jesus Christ to come into his heart and redirect his eternity.

Verdade Bíblica / Ensinos: Ninguém é um “caso perdido” para Deus. A salvação é possível, mesmo para alguém envolto em obras das trevas

Fonte: Willow Creek News (02/02/2001 ?)

Tema: Liberdade

Eu tenho dois passarinhos. Um deles vive na gaiola. Quando eu vou tratá-lo, tenho de tomar o máximo cuidado porque ele se bate muito e eu tenho certeza de que ele, se escapar, voará e nunca mais o verei.

O segundo dorme no espaldar da minha cama. No início do amanhecer, ele acorda e começa a cantar. Eu abro a janela e ele sai voando e fica pelas árvores do jardim, brincando e cantando. Nunca vai para longe. Quando eu me levanto, ponho na janela comida, água e uma banheirinha. Ele vem, toma banho, come e volta a voar. De vez em quando, ele pousa na minha cabeça ou no meu ombro e canta por uns momentos e voa novamente. No final da tarde, ele pousa no parapeito da janela e fica cantando até o escurecer. Daí, ele voa para o espaldar da cama e dorme.

Qual dos dois passarinhos é mais meu? O que está comigo apenas porque eu o mantenho preso?
Aquele que escolheu viver comigo porque eu o cativei e o deixei livre?

Verdade Bíblica / Ensinos: A natureza da verdadeira liberdade não é libertinagem, mas sim ser servo (prisioneiro) de Jesus.

Fonte: http://www.humanidade.cjb.net/

Tema: Testemunho

As duas amigas. Existia uma pequena cidade cuja rua principal era a rodovia que a cortava no meio. Lá viviam duas amigas. Uma delas, desde mocinha, se exibia para todos os homens e, já adulta, tinha tido relações com todos os homens da cidade. E era só chegar um novo homem na cidade que a primeira coisa que ela fazia era cantá-lo e dar para ele. A outra era muito religiosa, muito séria, e casou-se com o seu primeiro namorado. Com um filho ainda pequeno, o marido morreu. Mesmo jovem, dedicou-se única e exclusivamente ao seu filho e nunca olhava para homem algum.

Na avenida principal existia uma barbearia onde os homens se reuniam à tarde para bater papo e contar piadas. Quando viam a primeira passar na rua, brincavam e diziam que ela era a mulher mais caridosa da cidade, dava para todo o mundo, e falavam isso até com um certo carinho. Quando a segunda passava, eles sempre se admiravam da sua pureza e retidão de caráter, diziam que ela era o exemplo da mulher virtuosa. Uma tarde, a virtuosa estava passando na rua quando viu um carro se aproximando ao longe. Como tinha recebido o telefonema de um primo que não via há anos que ele iria passar por ali e fazer-lhe uma visita, com um carro igual àquele, pensou que fosse o primo e olhou para o motorista; logo viu que se enganara e seguiu o seu caminho. Na barbearia, todos os homens ficaram revoltados:

– Vocês viram aquela vagabunda se arreganhando para o primeiro homem que passa na estrada? Essa mulher não tem um pingo de vergonha na cara, é uma depravada!

Verdade Bíblica / Ensinos: Valor e importância da constância do testemunho. Por outro lado, o “veneno” da maledicência.

Fonte: http://www.humanidade.cjb.net/

Tema: Simplicidade

DIÓGENES E ALEXANDRE. Diógenes era um filósofo grego crítico e sarcástico, que ridicularizava tudo. Ele andava nu dentro de um barril com um lampião na mão de dia. Quando lhe perguntavam porque o lampião, respondia que era para procurar um homem honesto.

Alexandre, o Grande, Imperador da Macedônia, havia conquistado metade do mundo. Ele admirava Diógenes.

Certa vez estava Diógenes deitado na grama, nu, tomando sol, quando apareceu Alexandre que, ao chegar, fez sombra sobre ele. E lhe propôs:

– Diógenes, para demonstrar-te a minha admiração, pede o que quiseres que eu, como o homem mais poderoso do mundo, te darei. Diógenes não se abalou e, apontando para a sombra, respondeu:

– Apenas não me tires o que não puderes dar.

Verdade Bíblica / Ensinos: Desapego aos bens materiais; busca de valores interiores; contentamento com as coisas simples da vida

Fonte: http://www.humanidade.cjb.net/

Tema: Família

O HOMEM DOS BICHOS. Um homem vivia reclamando que a sua vida era um inferno. Um dia procurou o sábio da aldeia para achar uma solução. Lá chegando, explicou que não agüentava mais a gritaria dos filhos, as reclamações da sogra e as brigas da mulher, nunca tinha o mínimo sossego.

O sábio lhe perguntou: – Você tem animais em casa?

O homem – Tenho galinhas, cabras e porcos. Por quê?

O sábio – Então ponha as galinhas dentro de casa.

O homem obedeceu. Depois de um mês, voltou ao sábio, reclamando que, em vez de melhorar, piorou, pois agora também havia o cacarejar das galinhas e penas, cocô de galinha e ovos por todos os lados.

O sábio – Agora coloque as cabras dentro de casa.

O homem não entendeu mas obedeceu. Duas semanas após, procurou novamente o sábio, dizendo que tinha ficado pior ainda, pois agora tinha também o berro das cabras, o mal cheiro e as suas fezes pela casa toda.

O sábio – Você deve colocar também os porcos dentro da sua casa.

Intrigado com a sugestão, mesmo assim o homem pôs os porcos dentro de casa. Dois dias depois voltou desesperado ao sábio, dizendo que a casa dele tinha ficado insuportável, que, se fosse continuar assim, era melhor morrer.

O sábio – Mas antes já não era insuportável?

O homem – Ah, Mestre! Comparado com o que a minha casa é hoje, antes de ter os animais era um verdadeiro paraíso!

O sábio – Então ficou fácil: tire todos os animais de dentro da sua casa!

Verdade Bíblica / Ensinos: Valorizar a família; suportar as dificuldades, sabendo que “poderia sempre ser pior”…; relatividade do nível de tolerância do sofrimento.

Fonte: http://www.humanidade.cjb.net/

Tema: Agradecimento

A MULHER DA PADARIA. Uma mulher morava num bairro onde todos tinham o hábito de dar gorjeta para os balconistas da padaria. Ela se mudou para outro bairro onde não existia esse hábito.

No primeiro dia que foi à padaria, ao dar a gorjeta para o balconista, ele ficou encantado:

– O que é isso, minha senhora? Não precisa! Eu estou aqui para servi-la!

Logo que ela saiu, ele continuou:

– Que mulher maravilhosa, nunca vi uma pessoa tão gentil assim!

No dia seguinte, logo que ela chegou, ele se desmanchou todo:

– Pois não, madame! O que a senhora deseja?

Quando ela lhe deu a gorjeta, desdobrou-se de novo em agradecimentos. Isto continuou assim todos os dias. Um mês depois, acostumado com a gorjeta, já a estava tratando como tratava todos os demais fregueses e, no final, já estendia a mão para pegar a gorjeta e nem sequer agradecia.

Um dia ela foi à padaria com o dinheiro contado, mas tinha subido o preço do leite. Não sobrou dinheiro para a gorjeta. Ela imediatamente se desculpou com ele e prometeu que, no dia seguinte, daria uma gorjeta melhor.
Tão logo ela virou as costas, ele esbravejou:

– Quem essa mulher pensa que eu sou? Um escravo dela?

Verdade Bíblica / Ensinos: A facilidade com que menosprezamos as bênçãos que recebemos, deixando de agradecer.

Fonte: http://www.humanidade.cjb.net/

Tema: Auto-estima

Ele estava na primeira 3ª série em que eu lecionei na escola Saint Mary’s em Morris, Minn. Todos os 34 alunos eram importantes para mim, mas Mark Eklund era um em um milhão. Muito bonito na aparência, mas com aquela atitude ‘é bom estar vivo’ que fazia mesmo uma travessura interessante. Mark falava incessantemente. Eu tinha de lembrá-lo a toda hora que conversar sem pedir licença não era permitido. O que me impressionava muito, porém, era sua resposta sincera toda vez que eu precisava chamar sua atenção pelas travessuras – “Obrigado por me corrigir, Irma!” Eu não sabia o que fazer disto, mas ao invés me acostumei a ouvir esta frase muitas vezes ao dia.

Uma manha eu já estava perdendo a paciência quando o Mark falava repetitivamente, e eu cometi um erro de professor principiante. Olhei para o Mark e disse- “Se você disser mais uma palavra, eu taparei sua boca com fita adesiva!” Passaram-se dez segundos quando Chuck deixou escapar- “O Mark está conversando de novo.” Eu não havia pedido a nenhum dos alunos para me ajudar a cuidar do Mark, mas como dei o aviso da punição na frente de toda a classe, eu tinha de tomar uma atitude.

Eu lembro a cena como se fosse hoje. Eu caminhei até a minha mesa, deliberadamente abri minha gaveta, e peguei um rolo de fita adesiva. Sem dizer uma palavra, fui até a mesa do Mark, destaquei dois pedaços de fita e fiz um X sobre a boca dele. Voltei, então, para a frente da sala de aula. Assim que olhei para o Mark para ver o que estava fazendo, ele piscou para mim. Isto foi o suficiente!! Eu comecei a rir. A turma aplaudiu assim que retornei a mesa do Mark, removi a fita,e encolhi meus ombros. Suas primeiras palavras foram “Obrigado por me corrigir, Irma.”

Recebi uma proposta para assumir uma turma de 1º grau de matemática no final do ano. Os anos passaram, e antes que eu soubesse, Mark estava na minha turma novamente. Ele estava mais bonito que nunca e tão educado. Uma vez que teria de escutar atentamente minhas explicações na “nova matemática”, ele não falou tanto na nona séria, como fez na terceira. Numa Sexta-feira, as coisas não pareciam boas. Havíamos trabalhado duro a semana toda em cima de um conceito matemático, eu senti que os alunos estavam tensos, frustrados com eles mesmos, e nervosos uns com os outros.

Eu tinha de parar este mau humor antes que fugisse do meu controle. Então pedi a eles que listassem os nomes dos colegas de classe em duas folhas de papel, deixando um espaço entre cada nome. Daí eu disse a eles para pensarem na coisa mais legal que eles poderiam dizer sobre cada um dos seus colegas e escrever na lista. Isto levou o restante do período de aula para terminar esta tarefa, e à medida que iam deixando a sala, cada um foi me entregando suas listas. O Charlie sorriu. O Mark disse – “Obrigado por me ensinar Irmã. Tenha um bom final de semana.”

Naquele Sábado, escrevi o nome de cada aluno numa folha separada, e listei o que cada os outros haviam escrito sobre cada indivíduo. Na Segunda-feira eu entreguei as listas para cada um dos alunos. Logo, toda a sala estava sorrindo. “Mesmo?” Eu ouvi um sussurros. “Eu nunca pensei que eu significasse tanto para alguém!” “Eu não sabia que outros gostavam tanto de mim.” Ninguém nunca mais mencionou sobre estes papéis em sala de aula. Nunca soube se eles discutiram sobre o assunto depois da aula, ou com seus pais, mas não importava. O exercício atingiu o seu objetivo. Os alunos estavam felizes com eles mesmos e com os outros novamente.

Aquele grupo de estudantes seguiu caminho. Vários anos mais tarde, depois de retornar das minhas férias, meus pais se encontram comigo no aeroporto. No caminho de volta para casa, minha mãe me fez as perguntas usuais sobre a viagem, o tempo, minhas experiências em geral. Houve uma pausa na conversa. Minha mãe deu uma olhada para meu pai e disse- “Pai?” Meu pai limpou a garganta como sempre fez antes de dizer algo importante. “Os Eklunds ligaram ontem à noite,” ele começou. “Mesmo?” eu disse. “Eu não soube deles por anos. Eu fico imaginando como está o Mark.” O meu pai respondeu em baixo tom – “Mark foi morto no Vietnã,” “O funeral é amanha, e os pais dele gostariam que você fosse.” A partir deste dia, eu marquei o ponto exato da Free Way I-494 quando o meu pai me deu a notícia sobre o Mark.

Eu nunca havia visto um militar num caixão antes. Mark estava tão bonito, tão maduro. Tudo o que pude pensar naquele momento foi – “Mark, eu daria todas as fitas adesivas do mundo se você pudesse falar comigo.” A igreja estava cheia de amigos do Mark. A irma do Chuck cantou “The Battle Hymn of the republic.” Por que teve de chover no dia do funeral? Já era difícil o suficiente estar ao lado da sepultura. O pastor recitou as orações normais e o trompete soou. Um a um aqueles que amavam Mark aproximaram-se do caixão pela última vez e o borrifaram com água benta. Eu fui a última a abençoar o caixão. Enquanto eu estava ali, um dos soldados que carregava um manto se aproximou e perguntou – “Você foi professora de matemática do Mark?” Eu concordei e continuei a olhar o caixão. “Mark falava muito sobre você.” ele disse.

Depois do funeral, a maior parte dos colegas de Mark dirigiram-se para a fazenda de Chuck para o almoço. Os pais do Mark estavam lá, obviamente esperando por mim. “Nós queremos lhe mostrar algo” disse o pai, tirando a carteira dele do bolso. “Eles acharam isto com o Mark quando ele foi morto. Achamos que você reconheceria.” Abrindo a carteira, ele cuidadosamente removeu duas folhas de caderno bem velhas que foram obviamente remendadas com fita, dobrados e desdobrados muitas vezes. Eu já sabia, sem ter de olhar para elas, que se tratava daqueles papéis onde eu listei as coisas boas que cada um dos colegas do Mark haviam escrito sobre ele. “Muito obrigado por fazer isso.” disse a mãe de Mark. “Como você pode ver, Mark apreciou muito.” Os colegas do Mark começaram a se aproximar de nós. Charlie sorriu timidamente e disse – “Eu ainda tenho a minha lista. Está na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa.” A esposa do Chuck disse – “O Chuck me pediu para colocar a lista dele no nosso álbum de casamento.” “Eu tenho a minha também.” disse Marilyn. “Está no meu diário.” Então Vicki, uma outra colega, pegou a sua lista toda amassada do bolso e a mostrou para o grupo. “Eu sempre a carrego comigo.” disse Vicki sem mover um cílio. “Eu acho que todos nós guardamos nossas listas.” Foi quando então, eu realmente sentei e chorei. Eu chorei por Mark e por todos seus amigos que nunca o veriam novamente

Verdade Bíblica / Ensinos: Valorizar e reconhecer as qualidades uns dos outros; expressar amor e partilha construtiva; dar a importância a cada indivíduo; nunca menosprezar o valor de pequenas acções, atitudes e iniciativas.

Fonte: http://www.btnet.com.br/pessoal/moral/principal.html

Tema: Vida

Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno pacote embrulhado com papel de seda: “Isto – disse ele – não é um simples pacote.” Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa. “Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião.” Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária. Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:

“Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião especial”.

Ainda estou pensando nestas palavras… já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais e limpando menos. Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as pragas, fico mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho. Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para sobreviver.

Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias. Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade. Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade. As frases “algum dia…” e “qualquer dia…” estão desaparecendo de meu vocabulário. Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.

Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos. Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado. Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita. São estas pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão limitadas. Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar cartas… cartas que pensava escrever “qualquer dia destes”. Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente frequência, que os amo. Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas. E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia especial.

Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.

Verdade Bíblica / Ensinos: Valorização de cada momento e situação; saborear a vida que Deus nos dá

Fonte: http://www.btnet.com.br/pessoal/moral/principal.html

Tema: Confiança

Em algum lugar da Europa, havia um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, parando só tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e, diga-se de passagem, de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.

Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e que não era nem um pouco confiável. Quando ela sentisse fome, comeria a criança. O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isto era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isto.

Os vizinhos insistiam:

“Abra os olhos, a raposa vai comer seu filho!”

“Quando sentir fome, ela comerá seu filho…”

Um dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, chegou em casa e viu a raposa “sorrindo” como sempre. Só que a boca dela estava totalmente suja de sangue…

O lenhador teve um calafrio. Sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa.

Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e, ao lado do berço, uma serpente morta…

O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos…

Verdade Bíblica / Ensinos: Confiar e esperar o melhor das pessoas (“o amor tudo sofre, tudo espera”); nunca tirar conclusões precipitadas.

Fonte: http://www.btnet.com.br/pessoal/moral/principal.html

Tema: Problemas

Certa vez, um marceneiro havia sido contratado para trabalhar em uma construção no interior de uma pequena cidade.

Saiu cedo de casa. Mas aquele não era um dia feliz. Tudo que poderia dar errado deu errado… Chovia muito. Furou o pneu do carro. Sujou-se na lama para trocá-lo. Errou o caminho. A serra que ele usava quebrou. Com a serra reserva, ele se cortou na mão. Se feriu com uma farpa da madeira. Faltou material para concluir o trabalho…

Definitivamente, era um daqueles dias em que nada funciona… Tanto é que a expressão no rosto do marceneiro ficou pálida, nervosa, chateada. Ficava cada vez pior à medida que o dia passava e os problemas aumentavam.

Dois dias antes, o marceneiro havia combinado um jantar em sua casa com um amigo, colega de profissão. Ao final do dia, o amigo perguntou se não seria melhor que o jantar ficasse para outro dia.

– Hoje não é um dia muito apropriado… – argumentava o amigo.

– De jeito nenhum! Promessa é dívida… vamos ao jantar! – disse o marceneiro.

Após o trabalho, o marceneiro, ainda com aquela expressão tensa no rosto, ofereceu carona ao amigo que iria jantar em sua casa. No caminho, ainda chovendo, outro pneu furado. Mais um problema num dia totalmente às avessas.

Ao chegarem à casa do marceneiro, este desceu do carro e tocou uma árvore. Instantaneamente sua expressão mudou. Tornara-se radiante, alegre… O amigo notou a diferença. Logo vieram seus filhos para abraçá-lo. Ele deu um longo abraço nas crianças e beijou sua esposa, em seguida, chamou o amigo para entrar. Nem parecia o marceneiro preocupado e nervoso de alguns instantes atrás. Estava alegre, brincalhão… feliz.

Como chovia muito, o marceneiro convidou o amigo a passar a noite ali mesmo. Pela manhã, a chuva tinha acabado. Todos acordaram para o novo dia de trabalho. O marceneiro estava alegre como na noite anterior. Tomaram café e lá saíram os dois trabalhadores. Antes de chegar ao carro, o marceneiro tocou a árvore, repetindo o gesto do dia anterior. Seu amigo, intrigado, perguntou:

– Por que você tocou esta árvore ontem à tarde e está fazendo o mesmo agora?

– Simples, esta é minha árvore dos problemas. Minha família não tem absolutamente nada a ver com meus problemas no trabalho ou qualquer outro. Por isso, quando chego em casa, deixo aqui meus problemas e os pego no dia seguinte, quando saio para trabalhar. E pode acreditar, meu amigo, que quando os pego de volta, por mais terríveis que pareciam ser, já não são nem metade daquilo que aparentavam no dia anterior.

Verdade Bíblica / Ensinos: Entregar os problemas a Deus, confiar no Seu poder para cuidar deles; ganhar uma perspectiva saudável e equilibrada em relação a esses problemas.

Fonte: http://www.btnet.com.br/pessoal/moral/principal.html

Tema: Salvação

As leis da genética regulam a forma como as informações que servem para construir o indivíduo, passam de pais para filhos. Estas são leis bastante complexas, e não vamos aqui estudá-las, mas há um ponto muito interessante que ilustra o que estamos aqui a referir. Uma das leis de Mendell diz, mais ou menos, que as alterações exteriores no indivíduo não se repercutem no seu DNA, nem são passadas às gerações seguintes. Ou seja, se uma pessoa começa a fazer, por exemplo, musculação, não poderá esperar que o filhos que tiver daí em diante, nasçam com mais massa muscular do que aconteceria se ele não tivesse feito musculação. Isto acontece porque as alterações no físico da pessoa que fez musculação não alteraram o seu código genético.

Verdade Bíblica / Ensinos: A conversão e salvação não passam de pais para filhos, de forma automática; trata-se de uma escolha individual.

Fonte: Estudo de Biologia, 12º ano

Tema: Vida

Maryane Darcy era uma jovem estudante numa escola secundária dos Estados Unidos. Ela tinha uma roda de amigos e um estilo de vida que se pode chamar “fixe”. Entretanto, na mesma escola estudava o Kyle, um caloiro de óculos, muito pouco popular, com que ninguém convivia. Numa Sexta-feira, o Kyle ia para casa e levava os livros para casa – nos EUA, na maioria das escolas, cada aluno tem um cacifo onde deixa ficar os livros durante o fim-de-semana. A Maryane viu o Kyle a carregar os livros e achou estranho. No mesmo instante, um grupo de rapazes passou a correr pelo Kyle, derrubou-o, atirou os livros para uma poça de lama e atirou-lhe os óculos para o chão. A Maryane ficou muito triste com aquela situação e aproximou-se para o ajudar. Ele chorava enquanto, precisamente no dia em que havia planeado matar-se! Kyle já tinha tudo planeado para se matar e levava os livros para casa, para que a sua mãe não tivesse que os ir buscar ela própria e assim sofrer mais com tudo aquilo…

Verdade Bíblica / Ensinos: Valorizar as simples intervenções que podemos ter na vida das pessoas. Demonstrar amor activamente pode produzir resultados poderosos e inesperados.

Fonte: Email de Arminda, 22 de Janeiro de 2001

Tema: Alimento

Leite materno envenenado? As análises efectuadas, há mais de oito anos, a amostras de leite materno, não podiam ser mais aterradoras: continham entre duas a seis vezes mais dioxinas do que é autorizado por lei. Apesar do alarme, o assunto ficou fechado nas gavetas.

As amostras recolhidas, há mais de oito anos, na maternidade Alfredo da Costa, indiciam perigo: no alimento mais rico que podemos oferecer aos nossos filhos foram encontradas entre duas a seis vezes mais partículas da substância química mais tóxica que a ciência conhece – dioxinas.

Os dados, a que a VISÃO teve acesso, são referentes a apenas seis mulheres e as análises foram feitas num único período de tempo. Mas os valores de dioxinas presentes naquele leite materno deveriam ter sido suficientes para alterar a política de saúde e ambiental do País, quando mais de 90% dos bebés, segundo dados da Direcção-Geral de Saúde, sai das maternidades em amamentação exclusiva ou mista.

Estávamos no início da década de 90 quando o médico Amaral Mendes acedeu a participar no estudo conduzido pela neonatologista Janna Koppe, da Universidade de Amesterdão. Arranjou seis amostras de leite materno, na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, e enviou-as. A médica holandesa Koppe analisou-as, tal e qual fez com as amostras obtidas de outras 38 mulheres holandesas que anuíram a participar no estudo. E, em seguida, devolveu os resultados.

A apreciação feita foi depois apresentada pelo médico português nas II Jornadas Internacionais de Patologia Mamária, que tiveram lugar em Lisboa em Outubro de 1993. O médico recorda que de imediato manifestou o desejo de continuar o estudo. «Propus logo que todos os anos fossem colhidas amostras de leite materno mas…» As autoridades competentes não ligaram. Ficou tudo pelas boas intenções.

A cientista e ambientalista Margarida Silva lembra que a lei permite um máximo de cinco picogramas de dioxinas por grama de gordura no leite. E que nas seis amostras recolhidas, os valores obtidos variavam entre 10 e 31! Verdadeiro veneno naquele que é considerado o mais rico dos alimentos que é possível dar aos bebés – como fazem questão de assinalar os programas institucionais de incentivo ao aleitamento. Uma nuvem negra a ensombrar este cenário, uma razão mais do que suficiente para a indignação subir de tom na voz da cientista: «É inaceitável.»

Verdade Bíblica / Ensinos: Liberalismo e outras heresias. Verdade adulterada e alimento espiritual estragado…

Fonte: Revista “Visão Online” www.visaoonline.pt 12 de Abril, 2001 – Teresa Campos 30 Mar. 2001

Tema:

Regresso a Marte. A NASA abriu um novo capítulo na exploração espacial ao lançar uma nova sonda com rumo à órbita do planeta vermelho. A ‘Mars Odyssey’ vai procurar vestígios de água – fonte de todas as formas de vida – em Marte.

Como um amuleto para dar sorte, a agência espacial norte-americana (NASA) chamou-lhe Mars Odissey (Odisseia em Marte) e espera que desta vez a nave encontre a rota certa para o planeta vermelho.  Passavam poucos minutos das três da tarde (hora de Lisboa) de sábado, 7, quando os técnicos do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, EUA, lançaram a Mars Odissey para uma longa viagem no espaço. A sonda tem a chegada à órbita de Marte agendada para 20 de Outubro.

Num investimento de 300 milhões de dólares (cerca de 67 milhões de contos), o voo que simboliza o regresso a um programa espacial adiado pretende reacender entusiasmos e apagar da memória os recentes fracassos.

Verdade Bíblica / Ensinos: Prioridades humanas. Dispendiosa busca de vida em Marte e subvalorização da vida na Terra…

Fonte: Revista “Visão Online” www.visaoonline.pt 12 de Abril, 2001 – Teresa Campos  7 Abr. 2001

Tema: Opiniões

“Um Toque de Compaixão” Temos uma pergunta para si: “Será possível ver sem olhos?” Ou melhor, será possível ver através de um outro dos nossos sentidos, sem ser pela vista física?” Não sei qual seria a resposta do prezado amigo, mas o que nos moveu a fazer a pergunta foi porque ouvimos há pouco tempo uma anedota engraçada. É sobre seis cegos e um elefante.

Colocaram o elefante em frente dos cegos e disseram-lhes: “Há um objecto na vossa frente. Toquem nele e depois digam o que é”. Claro, nenhum dos seis homens tinha visto um elefante, portanto não sabiam o que era.

O primeiro aproximou-se, tocou numa parte do animal e disse: “Parece um muro”.

O segundo homem tocou em outra parte e disse: “É uma lança”.

“Disparate!” exclamou outro dos cegos. Acho eu que é mais parecido com uma cobra”.

“Bem” disse o 4º homem, ao apalpar o animal, “Parece uma árvore”. Os outros riram-se dele.

O quinto homem deu a sua opinião. Pegando numa outra parte, disse: “De certeza é um leque”.

Finalmente, o sexto cego, por sua vez, tocou no elefante e disse: “Parece-me a mim que é uma corda”

“Tantas opiniões diferentes” dirá o prezado ouvinte. “Que grande confusão”. Mas não é, pois o elefante tem, na verdade, flancos como muros, dois grandes dentes como lanças, tem uma tromba que parece uma cobra, e pernas como pequenas árvores. As suas orelhas são como dois leques, e o rabo parece uma corda. Juntando tudo isto, temos uma descrição, quase perfeita, de um elefante! Afinal, os seis homens cegos VIRAM o elefante, isto é, viram-no, não pelos olhos, mas sim através do tacto.

Verdade Bíblica / Ensinos: A conjugação de várias opiniões produz um quadro mais completo

Fonte: http://www.contosepontos.pt/

Tema: Auto-exame

Você. prezado amigo, gosta de ver os desenhos animados na televisão? Achei bastante engraçado um filme de Walt Disney que vi uma vez. Era de um animalzinho que tinha acabado de encontrar um espelho. Ficou intrigado com este estranho objecto, brilhando com a luz reflectida do sol. Mas o melhor foi quando viu, pela primeira vez, a sua própria cara. A sua reacção foi imediata. Julgando-se ameaçado por outro animal, assustou-se, e deixou cair o espelho, que ficou em pedaços no chão. Finalmente vimo-lo, espantado, a perguntar para onde foi que o outro se tinha metido.

Verdade Bíblica / Ensinos: Necessidade de olharmos para nós próprios, para nos auto-examinar; advertência para não encontrar inimigos em todos os lugares, mesmo onde não existem.

Fonte: http://www.contosepontos.pt/

Tema: Comunicação

“O CASO DA MULHER CANSADA DE CHAMAR”. A mulher chamou uma vez. Não houve resposta alguma. Voltou a chamar pela segunda vez, mas sem efeito, pois continuou a não haver resposta. Sem dúvida, o marido estava ali. Portanto, chamou mais uma vez mas ele não respondeu. Ora, não há nada que irrita mais do que chamar e não ser atendido. Consequentemente, a irritação ia crescendo como uma chama no peito de Eloísa Terrones de Cajamarca no Perú que, quando chamou pela quarta vez e o marido não respondeu, a mulher, não aguentando mais a irritação e o desprezo, regou com gasolina a barraca e queimou tudo …

Verdade Bíblica / Ensinos: Necessidade de nos ouvirmos uns aos outros, atendendo mutuamente à carências e necessidades

Fonte: http://www.contosepontos.pt/

Tema: Igreja

Uma aldeia a dobrar: Não é, mas podia ser, o lugar onde dizem que Judas perdeu as botas. Com 300 habitantes, Ponte do Abade é um povoado pobre de gente idosa e humilde, a quem – se já não bastassem as agruras de uma vida de trabalho na lavoura – uma complexa e centenária hidra administrativa teima em assombrar a pacatez. Dividida ao meio por uma fronteira administrativa que o rio Távora ajuda a traçar, pertence a duas freguesias, dois concelhos, dois distritos, duas comarcas e duas dioceses. Aí, tudo é a dobrar. Até os carteiros são dois. Uma situação que tem tanto de caricata como de incómoda.

As populações das duas partes da aldeia coabitam, hoje, de forma pacífica. Mas nem sempre foi assim. José dos Santos, que mora na margem pertencente a Sernancelhe, recorda que antigamente os povos de cada lado do rio nem sequer se podiam ver. «Havia guerra por tudo e por nada», relembra o morador, relatando memoráveis pancadarias entre os dois povos, que disputavam a mais pequena coisa. E como nem sequer a religião escapava, o cemitério foi muitas vezes a causa de grandes disputas. Um dos episódios que ali se conta com mais frequência tem a ver com a proibição do uso do cemitério – que ainda hoje só existe do lado da aldeia pertencente a Sernancelhe – por parte dos habitantes que morressem do outro lado. Uma situação que o povo resolveu à boa maneira do tradicional «desenrascanço» português: à socapa e durante a noite, as pessoas agonizantes eram conduzidas para morrerem do lado que possuía o cemitério.

Verdade Bíblica / Ensinos: Divisão na igreja x Unidade; colaboração; partidarismo, etc.

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1466/v161.asp?ls (20/04/2001)

Tema: Aparências

SE É NORMAL que uma menina, aos oito anos, peça como prenda de aniversário uma colecção de Barbies, talvez não seja também muito surpreendente que, aos 15, prefira pedir para se tornar ela própria uma boneca. Não por uma relação causa-efeito, mas porque esta é a evolução normal das prioridades de uma criança que passa a adolescente. Devem os pais fazer-lhe a vontade? A resposta à questão não é simples e, no Reino Unido – a propósito do caso de Jenna Franklin – tem mesmo suscitado uma acalorada discussão.

Jenna fará 16 anos a 23 de Agosto e os pais prometeram oferecer-lhe como presente – a seu pedido – uma operação para aumentar o tamanho dos seios. Os argumentos da rapariga são de peso. E perante a certeza absoluta de que «é preciso ter o peito grande para ter sucesso» (pelos vistos, independentemente da carreira, já que Jenna nem sequer sabe ainda o que quer ser quando for grande), quase são razões menores o facto de a cirurgia lhe permitir «ganhar mais autoconfiança» e «viver mais feliz com o meu corpo».

Verdade Bíblica / Ensinos: Ditadura das aparências e do “look”; aceitação de si próprio, sendo criado à imagem e semelhança de Deus

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1472/v111.asp?ls (12/01/2001)

Tema: Igreja

CHIARA e Lara nasceram no mesmo hospital – com um intervalo de meia-hora -, moram no mesmo bairro, em Mazara del Vallo (na Sicília, Itália) e frequentam a mesma creche. Desde o início, as suas vidas parecem estar ligadas por um fio subtil, uma teia que parecia tecida apenas de coincidências, até ao dia em que a mãe de uma delas foi buscar a filha mais cedo ao infantário.

A educadora infantil acompanhou Chiara à porta da escola e, perante o sorriso da senhora – «Essa não é a minha filha» -, comentou, com surpresa, as parecenças físicas entre as duas. A mãe, avaliando os traços da menina, concordou. Começaram aí as suspeitas, que culminariam com os resultados dos exames de ADN a que se submeteram os pais de ambas as crianças. Na verdade, Chiara e Lara foram trocadas na maternidade do hospital onde nasceram a 1 de Janeiro de 1998. Agora, por via da complicada situação recém-descoberta, tornaram-se uma espécie de «irmãs», que partilham quatro pais e oito avós.

Verdade Bíblica / Ensinos: Laços entre irmãos; família cristã partilhada por todos; identificação com o Pai…

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1470/v111.asp?ls (30/12/2000)

Tema: Natal

AS RUAS iluminam-se de enfeites coloridos; os olhos ávidos das crianças devoram montras recheadas de brinquedos e decoradas com algodão, azevinho e pinhas; as músicas açucaradas repetem-se sem dó, martelando ouvidos; as pessoas acotovelam-se nas caixas das lojas, prontas a sacar do cartão de crédito ou a puxar um maço de notas esterlicadas, e circulam por toda a cidade, a pé, de transportes ou nos seus automóveis, sem mãos para tantos sacos de prendas, e já sem paciência, sempre atrasadas, sempre com pressa, no meio de um trânsito caótico.

Enfim, o Natal é um «stress» para muitos, quer desempenhem um papel neste cenário de alta velocidade quer sejam meros espectadores. Os primeiros manifestam a tensão inerente à quadra com queixumes, praguejos, acidentes de automóvel, batidas cardíacas descontroladas. Os segundos são mais dados à solidão e a depressões.

Nas urgências hospitalares, a afluência aumenta em duas frentes, sobretudo nos dias mais próximos do Natal e do Ano Novo. Por um lado aparecem mais traumatismos, resultado de um aumento de acidentes de viação, como é hábito nesta época em que as pessoas se deslocam com maior frequência para visitar os familiares.

Por outro lado chegam «os mais idosos, já na década dos 80, e sobretudo mulheres», como notou Carlos Bastos, cardiologista no Santa Maria. Amélia Spínola Santos, imunoalergologista no mesmo hospital, também deu relevo à maior «afluência de idosos com problemas cardiorrespiratórios, muitas vezes porque os familiares querem ir de férias e deixam-nos ficar».

João Brás, psiquiatra no Hospital Curry Cabral, especializado em toxicodependência e alcoolismo, tem outra visão: «Na minha área específica não noto grandes diferenças. Já sei que para a semana vai haver grandes bebedeiras».

Segundo dados da International Stress Management Association e do Hospital de Boston, nesta altura de festas cristãs (em que o paganismo levou a melhor), a probabilidade de ter um enfarte é quatro vezes superior à do resto do ano – qual será a frequência das ocorrências em Portugal onde à azáfama natalícia se alia o costume lusitano de arrastar as situações até ao limite do adiável?)

Verdade Bíblica / Ensinos: Desvirtuação do sentido do Natal; consumismo; materialismo; ansiedade.

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1469/v121.asp?ls (23/12/2000)

Tema: Morte

LU YOUQING estava farto. Há já seis anos que lhe tinham diagnosticado um tumor maligno nas glândulas salivares com metástases várias e, desde então, tinha sido submetido a seis sessões de quimioterapia e a uma operação que lhe lancetou 80% do estômago. Os resultados resumiam-se a dores persistentes e a um cancro imune aos tratamentos e em evolução constante, que lhe deformava a face e lhe retirava a força corporal.

Em Fevereiro o jovem publicitário chinês disse basta. Informou o médico que abandonava os tratamentos, que apenas lhe traziam dor, e decidiu morrer aos 37 anos. Mas em vez de se fechar no seu quarto, com vista sobre Shangai, decidiu fazê-lo em público, relatando dia-a-dia na Internet os que lhe restavam. Davam-lhe, então, pouco mais de cem.

«Se te dissessem que estás a viver os últimos dias da tua vida, o que farias?», perguntava. Lu decidiu escrever e assim alertar a sociedade para o sofrimento dos doentes terminais de cancro. O diário, dito de morte, começou a 4 de Agosto. Youqing levantava-se às 6h30, sentava-se no sofá do seu apartamento, punha no colo o computador portátil e teclava desabafos, confissões, memórias no «site» literário Rangshu.

Depois de quatro ou cinco horas, acabava extenuado e com pouco mais de 3000 caracteres (o tamanho deste texto), que falavam da evolução do seu estado de saúde, das condições meteorológicas que lhe condicionavam a respiração, dos momentos de depressão, do sentimento de perda. Por vezes, tornava-se amargo, sarcástico. Como a 11 de Agosto, quando desejou estar a bordo do Concorde que se despenhou em Paris. Ou quando gritou «Injustiça!» por lhe ter sido concedido tão pouco tempo de vida.

Do outro lado do ecrã-confessionário, mais de 3000 pessoas seguiam religiosamente o diário, que rapidamente foi traduzido para inglês. O número de acessos só não era superior devido às limitações técnicas do «site». Os «media» asiáticos – e mais tarde os ocidentais – usaram o seu exemplo para encetar um debate sobre a morte. A sua caixa de correio electrónico transbordava de mensagens, muitas de incentivo, algumas de condenação pelo desprezo pela vida.

Lu continuou a escrever, sofregamente, na esperança de completar o legado destinado à filha de 11 anos. No dia 23 de Outubro, as dores insuportáveis ditaram o fim da prosa, editada posteriormente em livro e intitulada As últimas palavras da vida. Na passada segunda-feira Lu Youqing morreu. Os textos permanecem em www.rangshu.com.

Verdade Bíblica / Ensinos: Fragilidade e carácter efémero da vida; coragem e sentido de legado; sentimentos de injustiça perante a morte.

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1468/v161.asp?ls (16/12/2000)

Tema: Morte

NA PASSADA segunda-feira, Miguel Ganhão Pereira, jornalista e «pivot» da TVI, saiu da estação para jantar, avisando que viria mais tarde para apresentar o último serviço noticioso. Só que não voltou. Eram 22h15 quando parou o carro a meio da Ponte 25 de Abril, no sentido Norte-Sul, e atirou-se ao rio. Dado o alarme, o corpo foi retirado das águas pelos agentes da polícia marítima.

Aos 29 anos, Miguel (filho do jornalista da RTP Rui Ganhão Pereira) tinha uma carreira promissora pela frente e, segundo os amigos, um «casamento feliz» com Ana de Freitas, jornalista da SIC, cimentado pelo nascimento, há três meses, da filha, Maria: «Ele adorava-a». Ao apresentador do «Última Edição», último bloco noticioso da grelha diária da estação, tudo parecia correr sobre rodas. Além de editor e «pivot», chegou a moderar diversos debates. Como repórter, foi galardoado em 1998 com um prémio de jornalismo com o trabalho «Quem tem medo do povo basco livre?». Agora ultimava uma reportagem sobre os 20 anos do «Caso Camarate».

Também por isso (amigos e colegas definem Miguel Ganhão Pereira como «um viciado em trabalho»), a sua morte causou perplexidade entre todos. Nos corredores da TVI o silêncio é pesado e incómodo. Notam-se olhos húmidos num misto de tristeza e revolta. Ninguém consegue explicar as razões do suicídio do jovem jornalista.

Verdade Bíblica / Ensinos: Pressões, tensão, desequilíbrio emocional; dualismo entre as aparências e a essência.

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1467/v081.asp?ls (08/12/2000)

Tema: Morte

SEBNITZ, uma pequena e idílica cidade alemã, esquecida na ponta leste da Saxónia, junto de Dresden, já perto da fronteira com a República Checa, foi posta no mapa há duas semanas pelo «caso Joseph» que primeiro horrorizou e depois consternou toda a Alemanha. No dia 13 de Junho de 1997, uma criança de 6 anos, Joseph Abdulla, morreu afogada numa piscina pública cheia de gente. Ninguém reparou que um corpo boiava há dez minutos sem vida e quando os bombeiros e o médico do pronto-socorro chegaram já era tarde demais.

Verdade Bíblica / Ensinos: Indiferença, apatia, egoísmo, egocentrismo; racismo (?)

Fonte: Expresso Online http://www.expresso.pt/ed1467/v151.asp?ls (08/12/2000)

Tema: Oração

Damos graças ao nosso Deus, pelo o animo que Tem dado à família nesta hora de sofrimento, estivemos reunidos com a família na quinta feira passada ( 19.4.01 ) e o Pedro e a Isis disseram que se não fosse as orações dos irmãos, não teriam conseguido ultrapassar esta situação. Eles dizem sentir mais animo por saber que à centenas de irmão a interceder. O Pedro (Pai da Joana) disse: “Muitas pessoas ficam admiradas como é possível nós estaremos a viver esta situação e não receberemos nenhum apoio psicológico, ou estaremos a tomar medicação, a razão disso são as orações dos irmãos”. “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? “ Lc.18: 7

Apesar deste assunto de louvor temos de nos manter no nosso posto de vigia, intercedendo pela família Peneco, Pedro Isis , em especial pela Joana, Inês; pelos avós tios e primos. Pois a batalha ainda não cessou. A Joana deu de novo entrada no Hospital de Almada na sexta feira à tarde depois de ter sido vista pelo médico do IPO de Lisboa, que dizia ser normal o seu quadro clinico nesta fase,( perda de visão, sonolência, e cansaço excessivo, não conseguia andar 10 metros sem parar para descansar ) os pais não satisfeitos com a situação, foram ao Hospital de Almada, onde mais uma vez Deus conduziu as coisas, pois estava lá a médica que tinha operado a Joana, e ao vê-la mandou-a fazer um novo TAC, que mostrou que o liquido encefálico não estava a ser drenado como deveria, assim a Joana na sexta feira foi de novo operada a cabeça de Urgência para limpar o dreno que estava entupido. Saio do bloco operatório perto da 1.30h da madrugada. Se esta intervenção não ocorresse poderia ter entrado em estado de coma. Hoje já voltou para casa e já recuperou um pouco a vista do lado direito, e diz ver vultos com a vista do lado esquerdo. Continuemos a nossa batalha de oração até alcançarmos a vitoria por meio de Cristo Jesus.

Verdade Bíblica / Ensinos: Poder de Deus através da oração; “oração da fé salvará o doente”.

Fonte: E-mail de Forum Jovem, recebido em Abril de 2001

Tema: Inferno

“Depois de séculos em que se mergulhou no reino das trevas, a crença no inferno vive, em finais do século XX, uma inesperada onda de revisionismo: perante o imaginário secular de fogo, caldeiras e lagoas pútridas, surge o conceito mais prosaico, mas não menos terrível, de que o inferno não é um local onde arde um fogo eterno, mas sim um estado de espírito.

A última chamada de atenção no âmbito desta revisão conceptual foi proporcionada, no ano passado, por um surpreendente comentário editorial surgido em La Civilta Cattolica, uma publicação jesuíta muito próxima do Vaticano. ‘O inferno’, podia ler-se, ‘não é um lugar físico, mas sim um estado pessoal em que o indivíduo sofre a ausência total de Deus’. Poucos dias depois, o papa João Paulo II declarou, numa das suas catequeses das quartas-feiras, que ‘o inferno, mais do que um lugar, indica o estado em que se encontram aqueles que, voluntária e definitivamente, decidem separar-se de Deus’. Segundo o Sumo Pontífice, para definir esta situação de solidão e castigo, a Bíblia utiliza, como é evidente, ‘uma linguagem simbólica’.” (…) “Seja como for, é evidente que o inferno já não queima tanto. Primeiro, porque a própria doutrina religiosa se esforça por limitar qualquer interpretação literal da Bíblia a esse respeito. Segundo, porque se trata, qualquer que seja a maneira como for encarado, do dogma de fé que mais dúvidas suscita mesmo entre crentes e praticantes.”

Verdade Bíblica / Ensinos: Relativização de verdades bíblicas; suavizar doutrinas para se adaptarem ao que as pessoas desejam ouvir; homem determina o que é a “Palavra de Deus”…

Fonte: Revista “Super Interessante”; Maio de 2001; Nº37; pg.78-82.